Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2015

Doris descarregando Bacalhau

descarga dos dories.jpg1.jpg

Despois de um dia de labuta , em pesca chegavam ao navio descarregavam o peixe da pesca do dia e se tinha apanha do era o inicio do fim , limpavam o peixe, quer que tinham panhado ou não tinham de trabalhar no peixe dos outros, era mesmo uma escravidão. 

publicado por marinheirojimmy às 17:05
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Domingo, 8 de Fevereiro de 2015

"Milu Vieira" - Panamá Grupo Silva Vieira

Milu Vieira.jpg

 

MILU VIEIRA   na sua faina de arrasto em pesca .  

 

publicado por marinheirojimmy às 17:18
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Sábado, 7 de Fevereiro de 2015

GIL ANES

GIL EANES.jpg

 Navio Hospital de Portugal , quando dava apoio aos pescadores bacalhoeiros 

e não so ,era tambem o tribunal, a prisão, um pouco de tudo com muitas historias que ficaram por contar.

publicado por marinheirojimmy às 19:36
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2015

Cem dias no Atlântico Norte

 

cem.jpg

 


Ainda não conheço o Pepe Brix pessoalmente e já gosto dele.

Só falámos por telefone e por correio electrónico. Há alguns meses, mandou-me – a medo – um PDF com uma recolha fotográfica que tinha concluído. Não tomem isto à conta de bazófia, mas tenho pouco tempo para espreitar portfolios. Deixei o material em lume brando. Um dia, ao fim da tarde, numa daquelas raras tardes em que por momentos parece que a fornalha está suficientemente saciada de carvão, comecei a ver a reportagem fotográfica.

Madre de dios! Que imagens! Que sensibilidade! Teletransportei-me naquele instante das Avenidas Novas de Lisboa para o Atlântico Norte. Para um barco velho, de pouco mais de oitenta metros, refúgio metálico de homens bravos que não têm outra casa durante a campanha. Para as águas frias que o bacalhau prefere, como se zombasse dos homens que o perseguem.

Privilegiamos em jornalismo as histórias novas, os contextos ainda não sugeridos, as narrativas por contar. O Pepe Brix, fotógrafo açoriano de Santa Maria, mandou essa lógica às malvas. Durante três meses e meio, trabalhou numa das histórias mais antigas da relação dos portugueses com o mar: os bacalhoeiros na Terra Nova. E explorou a partir daí uma nova linguagem sobre o quotidiano a bordo, a resistência de quem se força a este extremo para ganhar a vida. Em última instância, esta é uma reportagem sobre superação de limites.

Na revista de Fevereiro, a partir de amanhã nas bancas e assinantes, publicamos a reportagem. E ainda há um vídeo. E uma exposição na rampa de lançamento. Durante algumas semanas, será como se colocássemos um holofote sobre uma pequena mancha escura que sulca ondas no Atlântico.

É esse o sortilégio do jornalismo. Encontrar narrativas que valem a pena contar e amplificá-las. Mesmo que para isso seja necessário viver cem dias no Atlântico Norte.

publicado por marinheirojimmy às 15:45
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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2012

Mar Salgado

 

 

 

 

Mar salgado

Perto de ti nasci e contigo cresci

Desde pequeno que contigo estou

Um homem de mim fez

Nas tuas águas puras e cristalinas

Ensinaste um homem com coração

Amar e repartir amor com devoção

A ti me entreguei nesta minha navegação

Enquanto navego em minha vida medito

Tenho sonhando e chorado sofrido e contemplado

Assim como tenho tomado o sabor do teu fel misturado do teu sal

Quando te zangas com tuas razões

Parecemos dois leões

Que conhecem suas posições das batalhas dos ventos

Tu guerreias por um lado e eu tento vencer por outro

Nesta minha labuta da vida, pela liberdade querida

Que me é muito querida com as honras desta nossa vida

Mas na hora da verdade fazes muita dor

Meu irmão e meu libertador

Tanto tiras, como me das muita dor

Nesta luta selvagem da nossa passagem da vida

Que nos é tão querida

Tu que nos acalmas com tua nevoa e neblina

Como uma ave de rapina

Nos fazes ter mais atenção e até se ouve o bater do coração

Nas procuras dos pontos estratégicos da navegação

Para encontrar o bem dito porto da razão

Ho mas sem ti e nada teria, sem sentir o sofrimento

Nada servia para uma vida de navegador

Tu que fizeste me mim um pai e um grande senhor

Tu que batizaste meu nome Marinheiro

Navegador para navegar o mundo inteiro

Entre padres e doutores, engenheiros e compradores

Tu que nos sustentas, com teus recheios das tuas águas

Há séculos que assim são inumeráveis

Que com as tuas ondas selvagens ceifas vidas

De pessoas que te são tão queridas

E nunca são devolvidas, e lhes dás o interno descanso em teu leito

Esses eternos lutadores, heróis desse teu mundo

Dessas lutas e combates do dia-a-dia de sua labuta

Na partilha do pão que deixavam para traz a sua verdadeira razão

O amor, fome, lar, e todo bem e assim como mal

E a ti se lançavam sem maldade, mas sim com ansiedade

De uma própria batalha da sobreviver da vida de sua família querida

Assim é e assim será minha batalha querida e amiga contigo mar querido

Assim serás a razão do meu navegar, com muito amor para te entregar

Te envio um abraço deste teu amigo e irmão de todo coração

Obrigado amigão sem ti nada seria em minha vida…

 

Autor-Jimmy o Marinheiro

 

publicado por marinheirojimmy às 02:05
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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

S.Gabriel,navio bacalhoeiro

 

 

No

tempo da pesca do bacalhau.

Este marinheiro com um dos seus dedos partidos e tinha de trabalhar, como podem ver com talas nos dedos, em que não podia recusar mesmo com dores, tudo isto era levado aos limites da imaginação, aqui deixo também outra foto de o mesmo marinheiro em tempo de porto entranhando redes para renovar as velhas redes, no porto st Johns , no Canada quando os barcos iam buscar novos alimentos e tudo que era preciso para ser abastecido, aqui deixou algo de sua linda mocidade, no melhor da sua vida.

Vida de pescador bacalhoeiro, Nos mares de terra nova.

Aqui deixo um grande abraço a todos pescadores do navio S. Gabriel entre 1975-1980

Muitas recordações ficaram escondidas, e muito sacrifício nos tempos desta vida.

Jimmy o marinheiro

publicado por marinheirojimmy às 15:24
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