por Paulo Faustino, nos Açores
Estrutura tem 60 metros de altura e 8000 m2 de base e o pescador desportivo que a descobriu admite ser um vestígio da Atlântida.
Um praticante de pesca desportiva encontrou há dias o que afirma ser uma grande pirâmide no fundo do mar entre as ilhas Terceira e São Miguel, nos Açores, numa descoberta que já está a ser encarada por alguns como um sinal da Atlântida, mas que o Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores relativiza.
A descoberta aconteceu quando Diocleciano Silva, veterinário de profissão, tentava encontrar zonas de pesca perto do banco D. João de Castro. Foi então que, por leitura batimétrica, localizou uma pirâmide com 60 metros de altura - cuja ponta estará a cerca de 40 metros de profundidade - e oito mil metros quadrados de área.
Para Diocleciano, o levantamento batimétrico por GPS acabaria por resultar na emocionante descoberta de uma estrutura com dimensões perfeitas e com arestas orientadas de acordo com os pontos cardeais principais, com uma perfeição comparável às pirâmides de Gizé no Egito. "Verifiquei que, naquela zona, existia um promontório que subia e descia geometricamente", salientou em declarações ao Açoriano Oriental, acreditando que, pelas suas características, poderá estar-se perante uma criação humana e não natural. Como, por exemplo, um sistema militar submerso.
Safar o ((Trole))
Vou passar a explicar
Aparelho de pesca que partia de uma longa linha que em cada metro e meio levaria um outro metro de linha com um anzol.
E assim repartido em linhas de cinquenta braças que daria a volta de quatro linhas com uma medida mais ou menos duzentos e cinquenta metros, por cada caixa que vocês vê aqui os pescadores ((safando))preparando as linhas de novo para pesca.
Neste tempo era por caixas assim, mais tarde veio os ((polegos))nome que os pescadores lhes deram a este misto de pesca, passo a explicar e diferencia, entre a caixa do trole e o polego,
Com as caixas de trole era o mesmo método,com as caixas era largado a mão e com o polego era como automatico, só que com os polegos era mais rápido para ir a água o aparelho, enquanto a caixa será anzol por anzol, com os polegos era largando com o barco navegando a toda força.
Aqui fica esta história do nosso Portugal e da pesca antiga que já acabou, vida dura essa eram horas e horas trabalhando, partia-se de casa as dez da noite e só se voltava depois vinte quatro horas mais tarde cansados de trabalhar e mal alimentados. Porque o pescador não tem horas de descanso quando está alando os aparelhos da água, tem de alar para ficarem prontos para tornar alargar.
Aqui lhes deixo está linda foto antiga do porto da Povoa de Varzim
Os tempos eram difíceis mas não havia crise, eu acho que estamos a viver a mesma dificuldade em tempo moderno, se vê muitas montras cheias de tudo mas não há dinheiro nem trabalho, e vejo muita miséria, e sofrimento…
Jimmy o Marinheiro



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