Quinta-feira, 23 de Abril de 2015

Comandante Tenreiro

comandante Tenreiro.jpg

 

 Arrastão Comandante Tenreiro da Lusitânia, no Atlântico Norte, anos cinquenta, pois já tem radar e a borda de bombordo ainda não foi fechada. Segundo do nome, pois o primeiro Comandante Tenreiro, construído de madeira para a pesca à linha, também para a Lusitânia, naufragou na Gronelândia em 1946 após colisão com um iceberg. Este navio de aço, foi o primeiro arrastão construído nos estaleiros da Figueira da Foz, segundo os planos dos primeiros arrastões da SNAB. A 23 de Dezembro de 1973, regressou da sua última campanha com avarias várias, ocasionadas por um temporal. Foi sujeito a algumas reparações em Aveiro e era suposto voltar à pesca. O 25 de Abril, fez mudar-lhe o nome, agora indesejável, para Gronelândia. O armador começou a desinvestir, vendendo os restantes navios a outros armadores. Depois de vários anos a chorar ferrugem em Aveiro, veio para Lisboa para ser demolido, sendo registado em Lisboa com o número LX-73-N para efeitos de demolição. Foi considerado demolido a 12 de Abril de 1984. Alguém tem fotos deste navio imobilizado em Aveiro? Foto Eduardo Lopes.

publicado por marinheirojimmy às 12:56
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

Descarga dos sardinheiros poveiros em Matosinhos

publicado por marinheirojimmy às 19:37
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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

Mar Pacifico

Mar Pacifico

Autora uma embarcação de uma grande empresa de pesca, da
terra de Matosinhos

De nome MOTA.

Hoje extinta, aqui ficam e estás recordações destas embarcações desse tempo…  

Jimmy o Marinheiro

publicado por marinheirojimmy às 03:46
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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

Memorias de um Tempo

Assim relembro memorias de um tempo,

Aqui neste lugar onde muitas mulheres depois de seus homens
voltarem da faina da pesca da sardinha, ficavam nesta praia, reparando as suas
redes, do seu ganha pão, entre sol e vento durante horas a fio, tudo para puder
darem o sustento as suas famílias, tanto homens como mulheres merecem ser
relembrados, nas memorias deste tempo, muitos sonhos se sonharam nestas areias movediças,
entre trabalho fome, e labuta.

Aqui uma narrativa do tempo.

Jimmy o marinheiro.   

publicado por marinheirojimmy às 21:02
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